Visite a antiga Dzibilchaltún
Conheça a história das antigas ruínas de Dzibilchaltún, mais uma das muitas zonas arqueológicas que você encontra em território mexicano. Ir de tour pelas ruínas maias de Cancún também é imperdível se você for visitar a região. Recomendamos que se hospede nos diferentes hotéis em Cancún do grupo hoteleiro Oasis para descobrir parte dos seus atrativos turísticos. Você vai adorar!
A zona arqueológica de Dzibilchaltún
Localizada em Mérida, a zona arqueológica de Dzibilchaltún foi um assentamento importante que chegou a ser um dos maiores da península de Yucatán. Segundo os especialistas no assunto, acredita-se que houve assentamentos no território desde o ano 500 a.C. até a chegada dos espanhóis, em 1540 d.C.
O significado de Dzibilchaltún vem do maia, mais precisamente de quatro vocábulos: dzib se traduz como escrita, il é um locativo, chal é plano e tun quer dizer pedra; juntando tudo, “lugar onde há escrita em pedras planas”.
Se você quiser conhecê-la por dentro e ainda aprender a sua história graças às coleções do Museu Pueblo Maya, o horário é de segunda a domingo, das 8h às 17h. O Museu Pueblo Maya não abre às segundas e o horário é das 8h às 16h. O preço da entrada fica em torno de 75 pesos.
O que você vai encontrar no Museu Pueblo Maya? Dividido em quatro salas, ali você verá expostas esculturas pré-hispânicas, objetos feitos de cerâmica, construções que explicam a cultura maia e muito mais.
O passado de Dzibilchaltún
Hoje se conservam 12 caminhos, ou sacbés, que levam do centro às diferentes estruturas. Já foram encontradas cerca de 8.300 edificações e os especialistas acreditam que neste território viveram até 40.000 pessoas, o que o transformou em um dos maiores assentamentos daquela época.
Templo das Sete Bonecas
É uma das construções mais notáveis das ruínas de Dzibilchaltún e recebe esse nome pela oferenda encontrada em seu interior: sete grandes figuras de barro com forma humana. Também já foi chamado de “templo do sol”.
Além dessa descoberta impressionante, foi possível ver ali uma capela aberta na qual se acredita que se ensinava religião. Também não podemos esquecer que a porta de acesso do templo das bonecas faz parte do processo do fenômeno solar conhecido como equinócio.
Como isso é possível? O sol cria um jogo de sombras e luzes na fachada da porta principal que é digno de se admirar durante vários dias do ano: por volta de 20 de março, 20 de junho, 20 de setembro e 20 de dezembro, um por estação. Graças a esses dias, os maias planejavam a vida: na primavera semeavam e no outono colhiam.
Perto do templo das Sete Bonecas você encontra outra estrutura parecida, que se acredita ter tido as mesmas funções do edifício mencionado.
O cenote Xlacah
Para um bom mergulho depois de horas visitando a zona arqueológica, há o maravilhoso cenote Xlacah, que significa “povoado velho”.
Ele é considerado um dos mais profundos já encontrados na península de Yucatán. Dentro dele e nas proximidades foram encontradas oferendas que os antigos maias ali deixaram, fundamentais para entender sua vida e seus costumes.
Patu Soto | Sobre o autor
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